minimalista,
econômico...
mentira.
me expresso pouco,
falando demais.
porque falar o que penso
não é dizer o que sinto...
e sair do labirinto
é acender o farol.
I.R.
minimalista,
econômico...
mentira.
me expresso pouco,
falando demais.
porque falar o que penso
não é dizer o que sinto...
e sair do labirinto
é acender o farol.
I.R.
não há teto que me cubra
nem segredo que eu descubra,
mas há ninhos nos galhos
e a vontade de niño de subir.
ando silencioso,
cauteloso,
gerando imagens,
guardando palavras...
mas não há pressa
nem pressão.
enquanto dure o enquanto,
caminho, me encho de encanto,
lavro, lapido, gesto,
sem nenhuma indigestão
I.R.
entre o começo e o fim,
tua presença...
antes do início,
uma desconhecida ausência...
após o fim,
apenas a saudade.
nada será como antes,
mas entre a saudade e a saudade,
plena de amor,
há espaço para a lembrança,
há o desejo ou a esperança
de que de alguma forma
a gente volte a se encontrar
I.R.
na fala que flui como um rio,
eu rio quando você sorri.
e se não estamos sós,
e se estamos com...
compartilha, soma,
não verdade e resignificação.
na fala que flui como um rio,
há selfies e fotos sem flash
I.R.