Buenos Aires, 20 de setembro de 2010
Prezado,
alguns domingos, lindos domingos, são domingos diferentes. Domingos cheios de novidades e situações inesperadas. Domingos onde o novo eu se apresenta e se dá a conhecer. Domingos onde o antigo eu renova seu amor pela vida e pela música, esta última também inesperada.
Abraço,
I.R.
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Vigésimo-oitavo bilhete para um world músico
Buenos Aires, 10 de fevereiro de 2010
Prezado,
muitas vezes querem nos vender a ideia de que se não somos brancos, cristãos e com dinheiro não teremos futuro neste mundo, não seremos felizes. Ideia essa vendida em altas doses de mensagens subliminares ou nem tanto. E o pior é que muita gente compra esse preconceito.
É necessário vermos o outro sorriso da moeda.
Por um mundo mais pacífico, um abraço,
I.R.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
World Music
Gosto da bossa nova porque é light,
Como o deslizar suave do barquinho,
Na Ilha do Farol, no Rio Minho,
Enquanto tomo um vinho ou bebo Sprite
Se nessa bossa sempre rola insight,
Roça a raça com o jazz bem no escurinho,
Semeia o samba e o semba de mansinho
E canto a bossa nova no meu site
E as tardes em milhões de Itapuãs,
Só posso comparar com os Balcãs,
Quando me entrego ao som de Mesecina,
E esqueço a minha origem africana,
Indígena, holandesa e lusitana,
Na música da Bósnia-Herzegovina.
I.R.
Referência:
I.R
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Vigésimo-quinto bilhete para um world músico
Buenos Aires, 08 de outubro de 2009
Prezado,
não tem dias que você se sente uma música? O problema no meu caso é não saber exatamente que música ser... cansado... extenuado... com sono... com dor de cabeça... com alguns trabalhos para terminar...
I.R.
domingo, 6 de setembro de 2009
Vigésimo-quarto bilhete para um word músico
Buenos Aires, 6 de setembro de 2009
Prezado,
depois dessa Leffe espetacular, incrível, necessária, magnífica e não posso dizer sem palavras porque já usei várias, resolvi escrever para você. Fazia tempo, não?
Bem, hoje é domingo... sunday...
Sunday Arak. O que é arak? Não, não me pergunte. Não faço a menor ideia.
I.R.
Prezado,
depois dessa Leffe espetacular, incrível, necessária, magnífica e não posso dizer sem palavras porque já usei várias, resolvi escrever para você. Fazia tempo, não?
Bem, hoje é domingo... sunday...
Sunday Arak. O que é arak? Não, não me pergunte. Não faço a menor ideia.
I.R.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Vigésimo-terceiro bilhete para um world músico
Buenos Aires, 19 de agosto de 2009
Prezado,
estamos em agosto. Hoje está fazendo frio e uma chuvinha insiste em não cair de vez. Falta muito para a folia de momo. Mas desde que inventaram o carnaval fora de época, isso deixou de ser importante. Mesmo sem samba, sem máscaras e sem trios... Mesmo que a música seja, ao menos para os brasileiros, uma total desconhecida.
Um abraço,
I.R.
Prezado,
estamos em agosto. Hoje está fazendo frio e uma chuvinha insiste em não cair de vez. Falta muito para a folia de momo. Mas desde que inventaram o carnaval fora de época, isso deixou de ser importante. Mesmo sem samba, sem máscaras e sem trios... Mesmo que a música seja, ao menos para os brasileiros, uma total desconhecida.
Um abraço,
I.R.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Vigésimo-segundo bilhete para um world músico
Buenos Aires, 01 de julho de 2009
Prezado,
o tambor, seja ele qual for, nos remete ao primitivo, ao tribal. Somos percussão desde que o nosso coração começa a bater. Hoje sonhei com a palavra Burkina, o país, o que me leva a querer dividir com você a arte de Adama Dramé.
Um abraço,
I.R.
Prezado,
o tambor, seja ele qual for, nos remete ao primitivo, ao tribal. Somos percussão desde que o nosso coração começa a bater. Hoje sonhei com a palavra Burkina, o país, o que me leva a querer dividir com você a arte de Adama Dramé.
Um abraço,
I.R.
sábado, 30 de maio de 2009
Vigésimo-primeiro bilhete para um world músico
Buenos Aires, 30 de maio de 2009
Prezado,
sabemos que a alegria não tem idade, não tem gênero nem classe social. Estar alegre é um estado que nem depende de nós. Não somos. Estamos ou não. O que sim é claro para mim, é que quando ela se faz presente, devemos abraçá-la, celebrá-la, vivê-la, como se fosse a última (ou a primeira) vez.
Um abraço,
I.R.
Prezado,
sabemos que a alegria não tem idade, não tem gênero nem classe social. Estar alegre é um estado que nem depende de nós. Não somos. Estamos ou não. O que sim é claro para mim, é que quando ela se faz presente, devemos abraçá-la, celebrá-la, vivê-la, como se fosse a última (ou a primeira) vez.
Um abraço,
I.R.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Décimo-oitavo bilhete para um world músico - Bhangra na veia!
Buenos Aires, 08 de abril de 2009
Prezado,
não sei se você tem acompanhado a novela das 8 que começa às 9, mas que na Globo Internacional começa mesmo às 10, quando não às 11 por causa dos horários impostos pelo canal, mas parece que o bhangra está colocando pelo menos o nariz para fora. E o pessoal, como adora pagar um mico, arrisca cantar a música de abertura da novela nos karaokês, numa espécie de "embromation" com línguas ou dialetos do Punjabi.
Confesso que escutei o bhangra há alguns anos, quando estava no auge da procura por novos sons, por músicas diferentes. Não sou um especialista, você já sabe, mas me deparei com um ritmo variado. Algo como: o bhangra está para o Punjabi, como o samba está para o Rio. É a música que o identifica e você o encontra em diferentes versões, desde a menos misturada com elementos de fora, até a total fusão.
Uma espécie de drinque feito com hip-hop, house, pop, reggae, percussão, cantado num idioma impossível de se pescar uma palavra. E como tem muitos indianos e descendentes de, na Inglaterra, o bhangra moderno não é exclusividade do Punjabi.
Esse bilhete está ficando grande, não? Mas não importa. Como sempre, é difícil escolher o que colocar como representante do ritmo, mas acho que você já aprendeu que o critério é completamente pessoal.
É comum termos um autonomeado rei de algo. O bhangra também tem a sua majestade.
Diretamente da Inglaterra:
Um abraço,
I.R.
Prezado,
não sei se você tem acompanhado a novela das 8 que começa às 9, mas que na Globo Internacional começa mesmo às 10, quando não às 11 por causa dos horários impostos pelo canal, mas parece que o bhangra está colocando pelo menos o nariz para fora. E o pessoal, como adora pagar um mico, arrisca cantar a música de abertura da novela nos karaokês, numa espécie de "embromation" com línguas ou dialetos do Punjabi.
Confesso que escutei o bhangra há alguns anos, quando estava no auge da procura por novos sons, por músicas diferentes. Não sou um especialista, você já sabe, mas me deparei com um ritmo variado. Algo como: o bhangra está para o Punjabi, como o samba está para o Rio. É a música que o identifica e você o encontra em diferentes versões, desde a menos misturada com elementos de fora, até a total fusão.
Uma espécie de drinque feito com hip-hop, house, pop, reggae, percussão, cantado num idioma impossível de se pescar uma palavra. E como tem muitos indianos e descendentes de, na Inglaterra, o bhangra moderno não é exclusividade do Punjabi.
Esse bilhete está ficando grande, não? Mas não importa. Como sempre, é difícil escolher o que colocar como representante do ritmo, mas acho que você já aprendeu que o critério é completamente pessoal.
É comum termos um autonomeado rei de algo. O bhangra também tem a sua majestade.
Diretamente da Inglaterra:
Um abraço,
I.R.
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